Viagens, culturas, aventuras, montanhas, escaladas, trilhas, fotografia e filmes da natureza.
“Para viajar basta existir.” ... Fernando Pessoa
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16 de março de 2011
12 de julho de 2010
5 de julho de 2010
As Montanhas Mais Belas do Mundo
Talvez Sir Edmund Hillary - o montanhista e explorador neozelandês - disse seu melhor quando ele comentou: "Não é a montanha que nós conquistamos, mas nós mesmos." Não importa o quão assustadora a tarefa, a pura ambição humana superou lugares remotos invencíveis para dominar os picos mais altos no mundo. Se as montanhas são a escada "para o coração de Deus", não temos dúvida em ficar de pé ao lado Dele como iguais. O photoset seguinte celebra a beleza testemunhada ao longo do caminho.
Tomei a liberdade de fazer algumas modificações na fonte original de msaleem...
(http://webecoist.com/2008/11/13/most-beautiful-mountains-and-peaks/)
Ama Dablam – Nepal Oriental


fonte: pamilne, andersonimages
O Ama Dablam é conhecida como uma das mais impressionantes montanhas do mundo, não pela sua altitude, mas pela sua beleza, estética e pura exposição encontrada no alto de seus flancos. "Ama" significa mãe, ou mesmo mundo. "Dablam" significa uma jóia especial usada por mulheres Sherpas anciãs que guarda preciosos itens.
Justamente é chamada de "A Jóia do Himalaia".
Shivling – Uttarakhand, India


fonte: lopamudra, solafin
A montanha Shivling, assim chamada por seu status como um símbolo sagrado do deus hindu Shiva. Considerado um dos picos mais belos da região Garhwal, a montanha sobe 6.543 metros de altura. Era chamado de "Matterhorn" por antigos visitantes europeus por causa de sua similaridade com o pico alpino. Embora (também) não pela sua grande elevação, é um pico de rocha impressionante. Aliado com a dificuldade de escalá-lo, o faz um prêmio famoso para os montanhistas.
Machapuchare – Nepal Norte-Central


fonte: jean-marie hullot, willdanceforfood
Machapuchare, ou "rabo de peixe", é venerado pela população local como sagrado para o deus Shiva e, portanto, foi declarada fora dos limites para a escalada. Com cerca de 500 metros mais alto do que Shivling, Machapuchare nunca foi escalado até o cume. A única tentativa conhecida em 1957 chegou a 50 metros do cume, os escaladores respeitaram as crenças religiosas do povo local. Hoje a montanha é proibida para os escaladores.
Matterhorn – Itália/Suíça


fonte: cybernotic, chrchr_75, serac
Matterhorn tornou-se um símbolo icônico dos Alpes suíços, embora não é o pico mais alto da região. As quatro faces íngremes, elevando-se acima dos glaciares, indicam os quatro pontos cardeais. O Matterhorn foi o último grande pico alpino a ser conquistado e sua primeira ascensão marcou o fim da idade de ouro do alpinismo. Ela foi feita em 1865 por uma expedição liderada por Edward Whymper e terminou tragicamente quando a maioria dos seus membros faleceram na descida.
Fitz Roy – Argentina/Chile

fonte: lovemyblackcat
Nomeado Fitz Roy por Francisco Moreno, em homenagem ao capitão do HMS Beagle, Robert FitzRoy, também é conhecida por Cerro Chaltén.A montanha tem a reputação de ser "extrema", apesar de sua altura média (é inferior a metade do tamanho dos gigantes do Himalaia), as escarpadas de granito apresentam longos trechos de técnicas de escalada difíceis. Além disso, o clima na região é excepcionalmente mau e traiçoeiro. Ela também atrai muitos fotógrafos, graças à sua forma sobrenatural.
Alpamayo - Peru

Se para os peruanos o grande Monte Huascarán, com 6.768m. de altitude, a montanha mais alta do país e a quarta mais alta do continente americano é uma espécie de símbolo, o "grande pai", por sua vez o Nevado Alpamayo representa o orgulho jovem, belo e desafiador, cuja simetria de traços e cristas afiladas o levou a conquistar o prêmio de "A mais Bela Montanha do Mundo", concedido no Concurso Mundial de Beleza Cênica de Munique, em 1966. Evidentemente se trata apenas de um título, ainda que concedido por gente do ramo, mas é evidente que entre milhares de belas montanhas mundo afora, o Alpamayo, com 5.947m, se destaca pela beleza de suas linhas afiladas, cristas denteadas e canaletas quase simétricas. Segundo as palavras da revista "Andinismo e Glaciologia", do Perú, ele é "a jóia do turismo da Cordillera Blanca, dentro do Parque Nacional de Huascarán".
Pequeno Alpamayo - Bolívia


fonte: climber911, Atila Barros
O Pequeno Alpamayo (Alpamayo Chico), nomeado pela sua semelhança com a face menos conhecida do Alpamayo peruano é uma bela montanha localizada no maciço Condoriri. É uma pirâmide de neve, com a rota normal acerca de 55 graus de inclinação. Foi escalado pela primeira vez em agosto de 1962 por sul africanos Irene e Keith Whitelock.
fontes dos textos: Summit Post, Wikipedia, Marski
Tomei a liberdade de fazer algumas modificações na fonte original de msaleem...
(http://webecoist.com/2008/11/13/most-beautiful-mountains-and-peaks/)
Ama Dablam – Nepal Oriental

fonte: pamilne, andersonimages
O Ama Dablam é conhecida como uma das mais impressionantes montanhas do mundo, não pela sua altitude, mas pela sua beleza, estética e pura exposição encontrada no alto de seus flancos. "Ama" significa mãe, ou mesmo mundo. "Dablam" significa uma jóia especial usada por mulheres Sherpas anciãs que guarda preciosos itens.
Justamente é chamada de "A Jóia do Himalaia".
Shivling – Uttarakhand, India


fonte: lopamudra, solafin
A montanha Shivling, assim chamada por seu status como um símbolo sagrado do deus hindu Shiva. Considerado um dos picos mais belos da região Garhwal, a montanha sobe 6.543 metros de altura. Era chamado de "Matterhorn" por antigos visitantes europeus por causa de sua similaridade com o pico alpino. Embora (também) não pela sua grande elevação, é um pico de rocha impressionante. Aliado com a dificuldade de escalá-lo, o faz um prêmio famoso para os montanhistas.
Machapuchare – Nepal Norte-Central


fonte: jean-marie hullot, willdanceforfood
Machapuchare, ou "rabo de peixe", é venerado pela população local como sagrado para o deus Shiva e, portanto, foi declarada fora dos limites para a escalada. Com cerca de 500 metros mais alto do que Shivling, Machapuchare nunca foi escalado até o cume. A única tentativa conhecida em 1957 chegou a 50 metros do cume, os escaladores respeitaram as crenças religiosas do povo local. Hoje a montanha é proibida para os escaladores.
Matterhorn – Itália/Suíça


fonte: cybernotic, chrchr_75, serac
Matterhorn tornou-se um símbolo icônico dos Alpes suíços, embora não é o pico mais alto da região. As quatro faces íngremes, elevando-se acima dos glaciares, indicam os quatro pontos cardeais. O Matterhorn foi o último grande pico alpino a ser conquistado e sua primeira ascensão marcou o fim da idade de ouro do alpinismo. Ela foi feita em 1865 por uma expedição liderada por Edward Whymper e terminou tragicamente quando a maioria dos seus membros faleceram na descida.
Fitz Roy – Argentina/Chile

fonte: lovemyblackcat
Nomeado Fitz Roy por Francisco Moreno, em homenagem ao capitão do HMS Beagle, Robert FitzRoy, também é conhecida por Cerro Chaltén.A montanha tem a reputação de ser "extrema", apesar de sua altura média (é inferior a metade do tamanho dos gigantes do Himalaia), as escarpadas de granito apresentam longos trechos de técnicas de escalada difíceis. Além disso, o clima na região é excepcionalmente mau e traiçoeiro. Ela também atrai muitos fotógrafos, graças à sua forma sobrenatural.
Alpamayo - Peru

Se para os peruanos o grande Monte Huascarán, com 6.768m. de altitude, a montanha mais alta do país e a quarta mais alta do continente americano é uma espécie de símbolo, o "grande pai", por sua vez o Nevado Alpamayo representa o orgulho jovem, belo e desafiador, cuja simetria de traços e cristas afiladas o levou a conquistar o prêmio de "A mais Bela Montanha do Mundo", concedido no Concurso Mundial de Beleza Cênica de Munique, em 1966. Evidentemente se trata apenas de um título, ainda que concedido por gente do ramo, mas é evidente que entre milhares de belas montanhas mundo afora, o Alpamayo, com 5.947m, se destaca pela beleza de suas linhas afiladas, cristas denteadas e canaletas quase simétricas. Segundo as palavras da revista "Andinismo e Glaciologia", do Perú, ele é "a jóia do turismo da Cordillera Blanca, dentro do Parque Nacional de Huascarán".
Pequeno Alpamayo - Bolívia
fonte: climber911, Atila Barros
O Pequeno Alpamayo (Alpamayo Chico), nomeado pela sua semelhança com a face menos conhecida do Alpamayo peruano é uma bela montanha localizada no maciço Condoriri. É uma pirâmide de neve, com a rota normal acerca de 55 graus de inclinação. Foi escalado pela primeira vez em agosto de 1962 por sul africanos Irene e Keith Whitelock.
fontes dos textos: Summit Post, Wikipedia, Marski
3 de julho de 2010
A Salvação no Exército
Passei o dia anterior vendo televisão no quarto do hotel. A notícia era a mesma em vários canais: nevoeiro no aeroporto de Delhi. Eu estava somente de passagem pela Índia, mas os vôos faziam escala em Delhi e Mumbai!
Depois de passar aperto para procurar um quarto acessível ao bolso, literalmente, encaminhava em direção ao aeroporto com a incerteza do que encontraria por lá. Lembrei que passei por uma greve de pilotos no aeroporto de Buenos Aires, agora era um fenômeno da natureza impedindo qualquer companhia aérea de voar.
Pessoas se aglomeravam no saguão, do lado de fora e de dentro. Celulares a todo vapor. Vou para o balcão do check in, a atendente diz que não pode efetuar meu registro não pelo nevoeiro, mas porque não tinha pago a alteração do vôo.
Eu havia mudado a data da passagem e achei que pudesse pagar no aeroporto, mas não desse lado do mundo. Eu tinha que pagar na oficina que ficava no centro da cidade! Como? Com meus trocados fiz algumas ligações telefônicas para pedir para alguém tentar pagar a taxa em uma agência em São Paulo e falando com minha mãe, descobri que além de salvadora ela tinha virado profeta: ela fez uma transferência de dinheiro pela Western Union.
Saí correndo atrás de um táxi. Veio um carrinho quadradinho branco, parecido com o nosso Fiat Uno, só que em um estilo mais antigo. Joguei minha mochila no bagageiro e mostrei o endereço anotado no caderninho. Depois de perguntar direções para outros motoristas, partimos. Eram quatro horas da tarde as ruas já estavam com tráfego pesado. Íamos parando de tempo em tempo para perguntar a direção. E o tempo ia passando. Comecei a ver várias placas Western Union, e em uma delas pedi para ele parar. Ainda pensei na minha mochila quando deixei o carro, mas saí correndo para abastecer meu bolso. Retirei o dinheiro sem complicações e voltei para saber se o carro ainda estava lá. E estava. Os indianos cuidam do karma. Mas pra cortar caminho, não resistiu a tentação de uma contramão. A lei de Murph prevaleceu e na esquina um policial nos aguardava seguindo com os olhos. Só esticou o indicador passando em frente ao bigode e encostamos. Começou o blá blá blá, e o tempo foi passando. O policial fazia cara de durão, e o motorista cara de arrependido e de que nunca mais ia fazer aquilo na vida dele. O documento passou de uma mão pra outra, uma hora, ele voltou. Demos uma meia volta e seguimos pelo fluxo correto. Quando finalmente encontramos a agência: fechada. Voltei para o aeroporto no vazio dos pensamentos.
Entre os desesperados para conseguir uma passagem para sair daquela cidade eu estava com uma mas não podia voar. Desiludida mas sem mais o que fazer, insisti no meu check in. Imagino que a pressão do clima deve ter abalado os nervos de todos, o atendente pediu o auxílio da chefe que por um acesso de sistema, me liberou para embarque. E não precisava correr mais, o vôo estava atrasado. Pelo menos estava programado, muitos eram simplesmente cancelados. Quatro horas depois, já tínhamos comido com o cartão de embarque no restaurante do aeroporto e o horário postergado duas vezes, embarcamos. Cheguei em Mumbai somente para confirmar que tinha perdido minha conexão para Joanesburgo. Na madrugada, os balcões estavam fechados. Só me restava esperar, o que aconteceu lá mesmo. Pela manhã descobri que o vôo não é diário e precisaria esperar no mínimo alguns dias, pois o vôo seguinte estava lotado. Pelo menos dessa vez eu tinha algum dinheiro.
Foi assim que conheci Mumbai. Nem parece que estava na Índia, prédios modernos e cidade aglomerada na península, mar para os dois lados. Cidade dos famosos por sediar a famosa Bollywood, a maior indústria de cinema indiano.
Com isso o preço dos hotéis também sobe. Começo a conversar com um turista que me diz que está no lugar mais barato da cidade. Acompanho ele pelas ruas no centro antigo de Mumbai e entramos numa porta que dizia: The Salvation Army. Paguei em uma cama no dormitório do albergue 225 rupias, o equivalente a quase cinco dólares.
28 de junho de 2010
Quem vai para Índia sempre tem alguma história para contar
Cheguei no aeroporto de Delhi perto da meia-noite, todos as casas de câmbio estavam fechadas. Viajando já sem cartão de crédito, depois de ser roubada no Vietnã, essa questão passou a ser uma preocupação.

Fui para os únicos guichês que estavam abertos, os de táxi. Peguei a fila e perguntei em vão para o atendente se aceitava pagamento em dólar. No outro guichê a mesma resposta: só aceitam rupias indianas. Começo a perguntar para as pessoas na fila, aliás homens indianos. Na Índia é raro encontrar mulheres viajando sozinhas e a maioria dos turistas tem algum agenciador à espera. Eles me olhavam com o ar de questionamento e congelavam nesse estado, sem dar qualquer resposta. Quando a pergunta é mais simples, eles respondem com um balanço de cabeça característico dizendo nem sim nem não, mas uma turista pedindo para trocar dólares à meia noite no aeroporto era demais. Um sujeito compreendeu a situação em que estava e trocou uns poucos dólares, o suficiente para poder pegar um táxi para o bairro mais próximo com acomodações indicado pelo serviço de informação.
Entrei no táxi que em menos de quinze minutos chegou ao bairro de Mahipalpur. Vários letreiros luminosos indicavam hotel x, hotel y e desconfiei, letreiro luminoso na Índia significa custo mais alto dos quartos. O preço começou em 100 dólares o quarto. Com dólares contados, parte devido também a ausência do cartão de crédito, implorei para o motorista continuar comigo. Começamos a rodar o bairro perguntando de porta em porta o custo de uma hospedagem. Depois rodamos mais de uma hora pela madrugada por ruelas que nem o motorista conseguia encontrar as indicações recebidas para baratear o custo. Já estava saindo pela porta de mais um saguão quando o gerente parece que ficou com pena e me ofereceu um quarto por 1000 rupias a diária caso ficasse os dois dias. Dois dias era o tempo que demoraria para pegar minha outra conexão, estava somente de passagem pela Índia. A minha conta daria o equivalente a 40 e poucos dólares no total. Duas horas da manhã, cansada, acabei aceitando. Detalhe: eu tinha somente 50 dólares americanos no bolso.

O hotel acabou proporcionando uma ótima recuperação pois adoeci no dia seguinte. Fiquei com diarréia, nariz congestionado e totalmente indisposta para qualquer atividade. Tentei lembrar o que poderia ter sido, mas entre o café da manhã que comi em Bangkok e a comida do avião indiano houve muitas variáveis para tentar descobrir.

Só saí para comprar um pouco de comida com o dinheiro que me restava. Voltei e fiquei passando os canais no controle remoto, direcionei minha atenção para um problema maior que estava por vir: neblina no aeroporto de Delhi. Vôos atrasados, cancelados, um caos.

Fui para os únicos guichês que estavam abertos, os de táxi. Peguei a fila e perguntei em vão para o atendente se aceitava pagamento em dólar. No outro guichê a mesma resposta: só aceitam rupias indianas. Começo a perguntar para as pessoas na fila, aliás homens indianos. Na Índia é raro encontrar mulheres viajando sozinhas e a maioria dos turistas tem algum agenciador à espera. Eles me olhavam com o ar de questionamento e congelavam nesse estado, sem dar qualquer resposta. Quando a pergunta é mais simples, eles respondem com um balanço de cabeça característico dizendo nem sim nem não, mas uma turista pedindo para trocar dólares à meia noite no aeroporto era demais. Um sujeito compreendeu a situação em que estava e trocou uns poucos dólares, o suficiente para poder pegar um táxi para o bairro mais próximo com acomodações indicado pelo serviço de informação.
Entrei no táxi que em menos de quinze minutos chegou ao bairro de Mahipalpur. Vários letreiros luminosos indicavam hotel x, hotel y e desconfiei, letreiro luminoso na Índia significa custo mais alto dos quartos. O preço começou em 100 dólares o quarto. Com dólares contados, parte devido também a ausência do cartão de crédito, implorei para o motorista continuar comigo. Começamos a rodar o bairro perguntando de porta em porta o custo de uma hospedagem. Depois rodamos mais de uma hora pela madrugada por ruelas que nem o motorista conseguia encontrar as indicações recebidas para baratear o custo. Já estava saindo pela porta de mais um saguão quando o gerente parece que ficou com pena e me ofereceu um quarto por 1000 rupias a diária caso ficasse os dois dias. Dois dias era o tempo que demoraria para pegar minha outra conexão, estava somente de passagem pela Índia. A minha conta daria o equivalente a 40 e poucos dólares no total. Duas horas da manhã, cansada, acabei aceitando. Detalhe: eu tinha somente 50 dólares americanos no bolso.

O hotel acabou proporcionando uma ótima recuperação pois adoeci no dia seguinte. Fiquei com diarréia, nariz congestionado e totalmente indisposta para qualquer atividade. Tentei lembrar o que poderia ter sido, mas entre o café da manhã que comi em Bangkok e a comida do avião indiano houve muitas variáveis para tentar descobrir.

Só saí para comprar um pouco de comida com o dinheiro que me restava. Voltei e fiquei passando os canais no controle remoto, direcionei minha atenção para um problema maior que estava por vir: neblina no aeroporto de Delhi. Vôos atrasados, cancelados, um caos.
3 de fevereiro de 2010
Sem praia na Tailandia
O norte da Tailandia e completamente diferente do sul: nao ha praias, ha montanhas; nao ha muitos turistas, ha chineses; nao ha frutos do mar, ha plantacoes de cha.
As capitais das provincias, como Chiang Mai e Chiang Rai, tem feiras de artesanato coloridas e agito noturno. As cidades pequenas sao boas para entrar em contato com a natureza. Com relevo montanhoso, as plantacoes em patamares desenham linhas de altitude como em mapas topograficos, rios e cachoeiras se formam em parques nacionais. Mae Salong tem um passado de refugiados chineses e muitas plantacoes de cha. Em Pai, os bangalos avancam sobre as plantacoes de arroz, crescimento constante. Ainda bem mais tranquilo que o agito das praias do sul do pais.
13 de janeiro de 2010
11 de janeiro de 2010
Laos - Onde encontrei a paz
Um pais desconhecido por muitos apesar de estar cercado por famosos. A oeste temos a Tailandia, a leste o Vietna, ao norte a China e ao sul o Camboja. Laos e um paraiso para relaxar e conhecer esse povo que apesar de possuir tao pouco, tem muito a oferecer.
O turismo se encontra em pleno desenvolvimento. As grandes cidades, que nao sao tao grandes, como Vientiane e Luang Prabang ficam as margens do Rio Mekong. Os rios dao um charme especial as cidades, especialmente ao por do sol. Em restaurantes e pousadas nao e dificil encontrar livros e dicionarios de Ingles pelos cantos. Ha night markets para quem quer gastar os milhares de kips equivalente a poucos dolares. Para curtir a natureza ha montanhas de limestone, rios e cachoeiras. Lugares como Nong Khiaw, Muang Ngoi, Delta do Mekong, Vang Vieng podem ser explorados a pe, de bicicleta, caiaque, boias de camara de pneu...
Acerca das cidades e possivel conhecer vilarejos tipicos das diversas etnias, com possibilidade de pernoite. A maioria ainda vive com o que a natureza lhes oferece. As casas sao feitas de bamboo, os telhados de palha. Ha plantacoes de arroz, galinhas e porcos em todos os cantos, mas alguns so tem arroz para comer. Os que moram ao longo dos rios conseguem complementar com algas e peixes. Mesmo com pouco dinheiro, as pessoas nao param de sorrir e as criancas de brincar. Parece ser uma maneira mais leve de levar a vida.
O turismo se encontra em pleno desenvolvimento. As grandes cidades, que nao sao tao grandes, como Vientiane e Luang Prabang ficam as margens do Rio Mekong. Os rios dao um charme especial as cidades, especialmente ao por do sol. Em restaurantes e pousadas nao e dificil encontrar livros e dicionarios de Ingles pelos cantos. Ha night markets para quem quer gastar os milhares de kips equivalente a poucos dolares. Para curtir a natureza ha montanhas de limestone, rios e cachoeiras. Lugares como Nong Khiaw, Muang Ngoi, Delta do Mekong, Vang Vieng podem ser explorados a pe, de bicicleta, caiaque, boias de camara de pneu...
Acerca das cidades e possivel conhecer vilarejos tipicos das diversas etnias, com possibilidade de pernoite. A maioria ainda vive com o que a natureza lhes oferece. As casas sao feitas de bamboo, os telhados de palha. Ha plantacoes de arroz, galinhas e porcos em todos os cantos, mas alguns so tem arroz para comer. Os que moram ao longo dos rios conseguem complementar com algas e peixes. Mesmo com pouco dinheiro, as pessoas nao param de sorrir e as criancas de brincar. Parece ser uma maneira mais leve de levar a vida.
2 de janeiro de 2010
Roubada no Vietna
Sem girias, literalmente.
Depois de conhecer o agito de Hanoi, as belezas naturais de Halong Bay, a cidade ancia Hoi An, fui para meu primeiro dia de praia em Nha Trang.
Estou acostumada com as barbaridades que temos o Brasil, mas nao pensei que um vietnamita iria ser tao ousado. Estava deitada na areia, lendo um livro o qual culpei por um tempo, com a mochila ao meu lado. Nao vi nada, uma hora estava la e em outra nao estava mais. Foi tudo o que era importante, inclusive... o passaporte!
Voltei para a capital Hanoi onde fica a embaixada brasileira e peguei meu novo passaporte e nao quis saber de mais nada. So queria sair do pais o mais cedo possivel.
Ja nao estava com simpatia pelo pais, pudera, a guerra deixou muitas marcas. O povo quase nao sorri, nao sao nada gentis e nao fazem a menor questao. Mesmo assim, as ruas sao repletas de turistas.
Com esse episodio esse capitulo fica sem imagens, so lembrancas na memoria. O famoso chapeu em cone, marca registrada; campos de arroz por todos os lados; comer na rua com banquinhos e mesinhas plasticas na calcada em uma altura feita para a flexibilidade deles, ou para criancas do ocidente; conversar em posicao de cocoras e ver Rambo na TV.
Depois de conhecer o agito de Hanoi, as belezas naturais de Halong Bay, a cidade ancia Hoi An, fui para meu primeiro dia de praia em Nha Trang.
Estou acostumada com as barbaridades que temos o Brasil, mas nao pensei que um vietnamita iria ser tao ousado. Estava deitada na areia, lendo um livro o qual culpei por um tempo, com a mochila ao meu lado. Nao vi nada, uma hora estava la e em outra nao estava mais. Foi tudo o que era importante, inclusive... o passaporte!
Voltei para a capital Hanoi onde fica a embaixada brasileira e peguei meu novo passaporte e nao quis saber de mais nada. So queria sair do pais o mais cedo possivel.
Ja nao estava com simpatia pelo pais, pudera, a guerra deixou muitas marcas. O povo quase nao sorri, nao sao nada gentis e nao fazem a menor questao. Mesmo assim, as ruas sao repletas de turistas.
Com esse episodio esse capitulo fica sem imagens, so lembrancas na memoria. O famoso chapeu em cone, marca registrada; campos de arroz por todos os lados; comer na rua com banquinhos e mesinhas plasticas na calcada em uma altura feita para a flexibilidade deles, ou para criancas do ocidente; conversar em posicao de cocoras e ver Rambo na TV.
23 de dezembro de 2009
China
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